
Ontem (01), Josep Maria Bartomeu, ex-presidente do Barcelona, foi preso sob acusações diversas ligadas à corrupção.
Não é de hoje que a equipe catalã, assim como outras do futebol mundial, sobrevive numa bolha financeira.
O clube contrata mais do que pode pagar, o cartola embolsa parte do negócio e as dívidas são roladas para o gestores subsequentes.
Porém, mais do que o previsível comportamento, padrão em quase todos os dirigentes esportivos do planeta, Bartomeu ousou contratar uma empresa especializada em ‘fake-news’ para detonar os jogadores do próprio clube, entre os quais Piqué e Lionel Messi.
Esclarece-se, neste episódio, as razões do argentino ter virado a temporada implorando para deixar o Barcelona.
Bartomeu representa, nitidamente, o quão imundo podem ser os cartolas do futebol.
Aqui no Brasil, por exemplo, é frequente a prática de ‘estimular’ torcedores organizados a darem ‘prensa’ em jogadores ou ‘jornalistas’ a opinarem de acordo com a conveniência do pagador.