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Empresa de cacique do Corinthians precisa levantar R$ 1 bilhão para se salvar

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Quando Paulo Garcia, dono da Kalunga, afastou-se das eleições do Corinthians, abrindo mão de disputar a presidência e apoiando, sem muito afinco, o delegado Mario Gobbi, muitas especulações surgiram nos bastidores de Parque São Jorge.

De cara, o Blog do Paulinho afirmou que o empresário passava por problemas financeiros.

Durante a pandemia, diversas lojas do grupo fecharam as portas.

A dívida total da Kalunga é de R$ 740 milhões.

Quase um estádio de Itaquera.

Para salvar o negócio, Garcia tenta emplacar uma IPO (lançamento de ações na Bolsa de Valores) com objetivo de arrecadar R$ 1 bilhão.

Será, aparentemente, a única maneira de quitar as pendências e manter ainda alguma margem para liquidez.

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