
Não haverá o que comemorar quando o novo presidente da Confederação Brasileira de Vôlei for anunciado, amanhã (09), após as eleições.
De um lado está Walter Laranjeiras, o Toroca, de 87 anos, concorrendo a uma reeleição proibida pela Lei Pelé.
Seu vice é Radamés Latari.
Se vencerem, a entidade, em tese, dentre as punições (sentenciada a irregularidade), estaria impossibilitada de ser patrocinada por empresas públicas, que foram alicerce financeiro das últimas gestões.
Pior ainda é o quadro opositor.
Concorre uma chapa encabeçada pelo empresário Marco Tulio Teixeira, que beija as mão de Aécio Neves e também as de Ary Graça, infelicitador notório do vôlei brasileiro.
O vice será Serginho, ídolo do esporte nacional.
Ou seja, a aparente melhor opção é ilegal e a alternativa, imoral.