
Ontem (16), Robinho, condenado por estupro na Itália, prestes a ser julgado em 2ª Instância, logo após ter o vínculo rompido com o Santos, gravou vídeo dizendo que provará a sua inocência.
É impossível que consiga.
Ainda que a Justiça, em improvável tese, o absolva do crime, não há inocência alguma nas palavras que proferiu ‘pós-evento’, comprovadoras de comportamento pessoal deplorável, e, no mínimo, do acobertamento, premeditado, de seus parceiros de sacanagem.
As canalhices de Robinho, condenado por estupro na Itália, desvendadas
De dar nojo, literalmente.
Robinho, independentemente do que ocorrerá na Itália, definiu-se pelo que disse em ambiente privado com gente semelhante, tanto quando grampeado pela polícia italiana, quanto ontem, em conversas por whatsapp com supostos amigos, comparando-se a Bolsonaro – tratando isso como qualidade, e citando ‘Deus’ em sua defesa.