Absolutamente coerente ao que se poderia esperar de uma administração tocada pelo pelo baixo clero da policia de São Paulo, o Santos demitiu, ontem (06), uma funcionária que acusou, na Justiça, o conselheiro Marcio Rosas de racismo e e assédio sexual.
Ela trabalhava há dez anos no clube.
Coincidentemente, o vice-presidente Mário Badures era uma das testemunhas de defesa de Rosas.
A versão oficial para o desligamento é:
“(…) após avaliação e buscando as melhores práticas de gestão e sempre de forma transparente no período do presidente interino, Orlando Rollo, contando com a aprovação do Comitê de Gestão, deliberou o desligamento de profissionais que não se adequam ao atual modelo de gestão e organograma aprovados pelo CG”
Rosas, em 2019, enviou áudio de whatsapp de conteúdo deplorável em que tratava a ex-funcionária do Peixe, entre outras coisas, como ‘neguinha’:
“Pô, tô pensando nas b******, pensar nas persiana. Quero é as b****** que têm lá”
“Qualquer dia eu convido ela para tomar um sorvete lá no Dante, aí ela vai ver o que é bom, lá na Epitácio Pessoa”
“Aí vou dar o sorvetinho para ela lamber. Tenho mó tara naquela neguinha, malandro”
De rolo em Rollo o Santos segue se apequenando a cada gestão.
Abaixo outros exemplos do comportamento de Marcio Rosas nos bastidores do Santos Futebol Clube
