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General Heleno, a Gestapo e os celulares

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Ontem (26), a Polícia Federal promoveu ação cinematográfica em investigação que pode levar o lamentável governador do Rio de Janeiro à prisão.

Foi autorizada, inclusive, a quebra de sigilo telefônico do mandatário carioca.

Se embasada apenas na motivação policial, o comportamento seria digno de aplausos, mas indícios fortes apontam para utilização governamental da instituição contra desafetos do Presidente da República.

A PF sendo tratada como Gestapo.

Resta saber agora a opinião do ‘corajoso’ General Heleno, que, na semana passada afirmou a possibilidade de ‘consequências imprevisíveis’ se o celular de Bolsonaro fosse objeto de apreensão.

O do Governador do Rio de Janeiro pode?

Não há muito tempo, Heleno destacou, em vídeo, a figura, segundo ele, ‘ilibada’ de Wilson Witzel:

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