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Na última quinta-feira, o Conselho Deliberativo do Vasco da Gama reprovou as contas da gestão Alexandre Campello, referentes ao período 2018.
99 a 88.
O superavit de R$ 64 milhões, apontado no documento, por razões evidentes, foi tratado como ‘maquiado’.
Quem realizou a auditoria?
A empresa BDO/RCS, de propriedade do ex-diretor de finanças do Corinthians, Raul Corrêa da Silva, que, há pouco, também foi acusado, pessoalmente, pelo cartola que o sucedeu, de ‘maquiar’ os balanços alvinegros.
Deve ser coincidência.
Ou não?
Apesar das suspeitas, as contas do Corinthians, assinadas por Corrêa (que também avalizou o contrato de construção do estádio de Itaquera), sempre foram aprovadas.
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