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Em entrevista ao jornal AGORA, Antonio Carlos Castanheira, presidente da Portuguesa, disse:
“Temos que esquecer as administrações anteriores e as máculas como o caso Héverton”
É exatamente o que não deve ser feito.
Relembrar as tragédias ajudará o clube, se de fato essa for a intenção dos novos gestores, a não repeti-las.
Castanheira, assim que assumiu, reconduziu, estranhamente, o diretor de futebol do ‘caso Heverton’ a uma posição privilegiada no Canindé, cuidando de todos os contratos de marketing, ou seja, do departamento responsável pela geração de recursos da agremiação.
Talvez seja essa a razão do pedido de ‘esquecimento.
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