
Fracassaram as manifestações convocadas pelo presidente Jair Bolsonaro com objetivo de mostrar força diante do Congresso e do STF.
Pífias em número de adeptos, piores ainda no conteúdo dos discursos.
Em São Paulo, termômetro mais esperado do Governo para avaliação do apoio popular, nem mesmo a união com os milhares de frequentadores habituais de uma avenida Paulista que, aos domingos, é fechada para trânsito e transforma-se em rua de lazer, conseguiu ser disfarçada diante dos espaços vazios em frente ao MASP, principal local de concentração.
O nível dos presentes pode ser descrito em três episódios:
- o boneco gigante de Sérgio Moro travestido de Superman;
- o discurso em carro de som dizendo: “não precisamos da mídia, Bolsonaro está twittando tudo”
- um padre que foi vaiado ao tentar puxar o saco de Bolsonaro, mas que deixou escapulir: “Ele não era o que a gente queria, mas foi o que Deus nos deu”
De prático, além de constatar o estrago dos seus cinco meses de desgoverno aliado aos escândalos de laranjas e milicianos que cercam sua família, Bolsonaro conseguiu ainda mais antipatia do Congresso e do STF.