
O Blog do Paulinho comentou, ontem, a lamentável iniciativa do primeiro ministro do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, de instituir ao torcedor alvinegro o “culto do sofrimento”, através da criação marqueteira de uma suposta religião apelidada “corinthianismo”, em alusão a “cristianismo”.
Na mesma ação, o cartola decretou o fim da “República Popular do Corinthians”, outra de suas amalucadas contribuições:
Poucas vezes se viu repercussão tão negativa,
Rosenberg conseguiu desagradar católicos, evangélicos e até os ateus, que, nas mídias sociais, não apenas criticaram a ideia como, em alguns casos, prometeram boicote aos produtos que vierem a ser lançados.
Os objetivos de campanhas de marketing ligadas a clubes de futebol são claros: angariar torcedores, ampliar a arrecadação e posicionar a marca da agremiação de maneira positiva e relevante.
Qual destes o Corinthians conseguirá atingir ao misturar, indevidamente, futebol e religião ?
Mentor do Plano Cruzado quando assessorava José Sarney e do confisco da poupança do Governo Collor, Rosenberg, o “Edir Macedo do Parque São Jorge”, que no âmbito privado auxiliou na quebra do banco Panamericano – pela qual foi apenado com oito anos sem poder operar no mercado financeiro – segue superando-se em iniciativas ineficientes, que, de tão amalucadas, mais parecem saídas de uma sessão de LSD ao som de Lucy in the Sky With Diamonds.