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Há décadas, mesmo que isso não faça o menor sentido, os clubes grandes de São Paulo seguem sendo cafetinados pela FPF, sem que nenhuma resistência seja notada.
É absolutamente desproporcional, e imoral, a taxa de 5% sobre as rendas de jogos cobrada pela entidade.
Uma FPF que já lucra com patrocínios milionários e diversos negócios que giram em torno do Paulistinha.
Por ironia, levando-se em consideração os percentuais tomados dos clubes na primeira rodada do torneio, quem pagou mais foi o Palmeiras, que declara-se “rompido” com a Federação.
R$ 63,6 mil saíram dos cofres palestrinos.
O Corinthians pagou R$ 60,1 mil, enquanto R$ 33,6 mil foram quitados pelo São Paulo e R$ 12,6 mil pelo Santos.
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