
Repercutiu, ontem, ofensiva e mentirosa matéria do Diário Clarin, da Argentina, tratando o Palmeiras, não apenas como apoiador da candidatura de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil, mas justificando-a com suposto passado fascista do clube.
Os gatilhos da inverdade foram manifestações, favoráveis ao candidato, de torcedores alviverdes no metrô e, isoladamente, do jogador Felipe Melo.
Fez bem o clube em responder, por nota oficial, e também nas páginas do próprio jornal, rechaçando a ligação, apesar de Bolsonaro, sempre que pode, estar presente, de fato, nas tribunas palestrinas.
Seria histórico, porém, se a nota não tivesse mantido neutralidade.
Ao Clarin, que, em tempos de internet, teria todos os meios possíveis para verificar passado e presente palestrino, o erro é injustificável, beira à má-fé e não deveria passar em branco pelo departamento jurídico alviverde.