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Enquanto 90%, de não mais, dos clubes filiados à CBF enfrentam graves problemas financeiros, a Casa Bandida, com dinheiro, em tese, destes, se refastela em ostentação.
Por hábito, a entidade disponibiliza a seu presidente automóvel Mercedes Benz, Classe E, para que este possa locomover-se pelo Rio de Janeiro.
Nunca se pensou em carros populares.
Desde a última semana, porém, o futuro presidente, Rogério Caboclo, já eleito, mas ainda não empossado, exigiu, mesmo assim, mimo semelhante ao que, por conta do cargo, beneficia o Coronel Nunes.
A CBF, então, comprou outra Mercedes, que custa “apenas” R$ 319 mil, para evitar o desconforto do novo mandatário.
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