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Interessante pesquisa sobre a prática do futebol no Brasil

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O empresário americano Thomas Case, dono da empresa “Pés sem Dor”, co-fundador da “Catho”, foi um dos financiadores de interessante pesquisa (enviada ao Blog do Paulinho pela assessoria da empresa), utilizando-se do software “Survey Monkey”, que abordou 10.566 brasileiros, sobre a prática do futebol.

As perguntas, feitas pela internet, foram respondidas entre março e abril de 2018,

Entre os resultados mais alarmantes, está o de que 66% das pessoas não frequentaram estádios em 2017 e, entre os que compareceram, 11% o fizeram numa única oportunidade.

Evidência clara de que o interesse do “País do Futebol” pelo esporte segue diminuindo.

Confira abaixo um relatório do que foi apurado na pesquisa:


A prática do futebol está relacionada com a dor no tornozelo. Daqueles que nunca jogaram bola, 48% relatam alguma dor no tornozelo, enquanto que 56% daqueles que jogam ou já jogaram relatam dor.

Para aqueles que jogam ou jogavam futebol se vê que lesões de tornozelo, como entorses, e lesões musculares são mais comuns, no entanto, lesões no pé, como a fascite plantar, são bem menos comuns entre aqueles que jogam futebol.

Society é o tipo de futebol que mais causa lesões. 55% das pessoas que joga Society já sofreu alguma lesão, enquanto que para todos os outros esportes esse número é menos da metade.

O atacante e o lateral (ala) são aqueles que mais sofrem lesões (45% dos casos) e o goleiro é a posição mais segura (40% sofrem com lesões).

Quem usa palmilha tem menos lesões musculares do que para quem não usa.

Há uma maior incidência de bolhas entre as pessoas que jogam ou jogavam futebol do que os que nunca jogaram

Quanto maior o número de meias usados maior a chance da formação de bolhas e calos.

Usar a chuteira apertada nas laterais, além de um possível desconforto também causa aumento da frequência de formação de bolhas.

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