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Sem contar o estádio, dívida do Corinthians atinge R$ 642,3 milhões

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Emerson Piovesan e Raul Corrêa da Silva, ex-diretores de finanças do Corinthians

Em 2007, o grupo “Renovação e Transparência” assumiu o poder no Corinthians com aproximadamente R$ 40 milhões em caixa, fruto da venda do jogador Willian, praticamente zerando a dívida da gestão Dualib – que os próprios consideraram, em manifestação eleitoral, “impagável”.

Onze anos depois, o caos é crescente, a ponto de ontem, em entrevista, o atual diretor de finanças do clube deixar claro que se não realizar cortes de funcionários, no Parque São Jorge e no Futebol, além de fechar contratos relevantes no marketing (o Timão ultrapassou um ano sem patrocínio master) será impossível estancar a sangria.

As contas do estádio seguem na mesma toada: dias atrás, em reunião do Conselho, Luis Paulo Rosenberg deixou claro que todos os contratos, que ele próprio ajudou a redigir, precisam ser refeitos porque são prejudiciais ao clube.

Hoje, sem contar os valores devidos pela Arena (que poderão atingir R$ 2 bilhões), o Corinthians deve, segundo números oficiais, R$ 642,3 milhões, assim discriminados:


Circulantes (a serem pagos a curto prazo)

Não circulantes (a serem pagos a longo prazo)


Existe ainda a indicação de que o Corinthians, somente em juros de empréstimos com instituições bancárias (discriminados no Item “Fornecedores”), deve R$ 29.891.000,00.

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