
Ontem, em partida do Campeonato Carioca, o Fluminense levou apenas 448 pagantes na vitória contra o Madureira, por dois a um.
Nada justifica tamanho vexame.
Não por acaso, o clube entrou num ciclo de resultados ruins, assim como ocorreu com a Portuguesa, após o fatídico, e mal explicado, episódio que resultou no rebaixamento da equipe paulista e salvou os cariocas da degola.
Desde então, nada revelante aconteceu.
Se antes, no período em que os estaduais eram importantes, o Fluminense foi protagonista do futebol brasileiro, tão grande a ponto de, culturalmente, por conta do Fla-Flu, até hoje ser lembrado quando grandes embates são apelidados, nos dias atuais o clube apresenta decréscimo de significância, perdendo torcedores, audiência, dinheiro e montando equipes de fazer corar o adepto mais tradicional.
Mais conhecido pelos grandes jogadores do passado do que pelas conquistas, inexistentes internacionalmente, apesar de, no Brasil, possuir importantes três campeonatos nacionais (o último em 2012), o Flu caminha, se não conseguir, através de gestão eficiente, apresentar-se como atrativo ao novo torcedor, à inviabilizar-se no futuro, como demonstram, claramente, suas médias de público recentes.