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Campanha de Andres Sanches é abandonada por diretores e conselheiros do Corinthians

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Pela primeira vez desde que articulou, junto com movimentos diversos (Fora Dualib, Corinthianos Obsessivos, etc), amparado em dinheiro de empresários de futebol (Kia Jorabchian, principalmente) o golpe no antecessor, Alberto Dualib (que, de fato, cometeu deslizes), o deputado federal Andres Sanches, que tenta ser novamente candidato à presidência alvinegra, enfrenta grande debandada de apoiadores.

Há meses, relevante quantidade de conselheiros, eleitos na chapa “Renovação e Transparência”, transformou-se em oposição.

Na última semana, o motim atingiu, oficialmente, ex-diretores dos últimos três presidentes, mas também gente que ainda permanece na diretoria atual, traição esta que vem abalando o ambiente do grupo que cerca o parlamentar.

Dias atrás, o vice-presidente André Negão demitiu o então diretor de esportes aquáticos, Oldano Carvalho (a versão oficial é a de abandono do cargo), após este aderir à chapa dos “EX-Renovadores e Transparentes”, que apoia o advogado Felipe Ezabella (outro amotinado, ex-vice de Esportes Terrestres de Andres Sanches) à presidência.

Existem, porém, outros partícipes da atua gestão que não votarão no ex-presidente do Corinthians.

São eles, entre os listados pela chapa dos “EX”:

Há ainda, entre os atuais diretores, os que não assumem, publicamente, a debandada, mas já o fazem nos bastidores, alguns até com participação em campanhas doutros candidatos:

Apesar do grupo “Fora Dualib”, agora denominados “Preto no Branco”, em quase a sua totalidade estar na campanha de Andres Sanches, um deles, ex-diretor das categorias de base, apoia a chapa dos “EX”, numa divisão de votos ruim para ambas as partes:

O grupo dos “EX-Renovadores e Transparentes”, com participação nas gestões Andres Sanches, Mario Gobbi e Roberto Andrade, foi assim listado por Felipe Ezabella:

Por fim, apesar constar entre os “EX” que apoiam Ezabella, o nome do Dr. Sergio Alvarenga, notório e histórico beijador de mãos de Andres Sanches precisa ser avaliado com cautela, podendo re-debandar, caso o “ídolo” assuma a candidatura ou servir de “cavalo de tróia”, na mesma situação.

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