Os novos diretores da CBF, Gildnei Botrel (financeiro) e Fernando França (tecnologia e informação), são, desde sempre, conhecedores profundos da vida, dos hábitos e outras coisas mais do presidente Marco Polo Del Nero.
França era tratado na FPF e na CBF (locais em que exercia, simultaneamente, o cargo de diretor de TI) como espião do cartola, ainda durante a gestão José Maria Marin.
Há ainda quem o acuse doutras coisas mais, desde preposto de negócios em que Del Nero não pode aparecer e até como mentor de um sistema de espionagem que teria interceptado trocas de emails de dirigentes de federações.
Botrel é quem cuidará de esconder detalhes da contabilidade da CBF.
Está com Del Nero desde a FPF.
Em seu currículo, publicado no Likedin, apesar de ter sido empossado na diretoria financeira, apresenta-se como controller da CBF, o que, por razões óbvias, lhe dará a oportunidade de ter acesso a tudo e a todos na entidade.
Del Nero retornou à presidência cercando-se de pessoas que possam acentuar, ainda mais, sua maneira ditatorial de cuidar do futebol brasileiro.
