
Vamos fazer um exercício de suposição em cima de fatos concretos que ocorreram nos bastidores do São Paulo, nos últimos anos, que levaram o clube ao grave problema a ser enfrentado após o STF ter decidido pela anulação de todos os atos da diretoria desde o ano de 2004.
Profundo conhecedor de Leis, o que não significa, necessariamente, que delas seja cumpridor, o ex-presidente da OAB, e também do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, não apenas incentivou a briga do clube contra os conselheiros que, exitosamente, se posicionaram contrários ao estupro do Estatuto tricolor, como cobrou para defender o clube, em todas as instâncias, recursos após recursos, todos indeferidos.
Levando-se em consideração as recentes acusações de desvios de conduta, envolvendo não apenas Aidar, mas também a utilização de sua namorada (alguns falam até na filha), em negócios tratados como nebulosos no tricolor, seria razoável pensar que o ex-mandatário do clube teria agido de caso pensado ao fomentar a luta jurídica por uma causa perdida, com objetivo de lucrar com a defesa ?
Creio que muitos torcedores, conselheiros e dirigentes do São Paulo devem estar pensando na resposta.