
Absolutamente necessária para viabilizar o pleito que a CBF confirma, mesmo proibida de realizá-lo pela justiça, a carta-renúncia de José Maria Marin tem gerado suspeitas nos últimos dias.
Inclusive de veracidade.
Na última sexta-feira, questionamos, sob o título :”Por que José Maria Maria Marin enviaria uma carta para salvar Del Nero”, as razões do ex-presidente contribuir com alguém que claramente o prejudicou durante o infortúnio (para ele) do cárcere:
Por que José Maria Marin enviaria uma carta para salvar Del Nero ?
Ontem, o jornalista Ancelmo Goes, em seu blog, publicou a referida carta, porém, em vez de esclarecer de uma vez por todas a autenticidade do documento, só fez aumentarem os questionamentos.
Principalmente do tocante à assinatura, como bem disse, também por blog, o jornalista Juca Kfouri, que também não encontrou razões plausíveis para a ação de Marin em defesa de seu sucessor:
http://blogdojuca.uol.com.br/2015/12/a-carta-de-marin-mesmo/
Estimulados por esta postagem, procuramos em nossos arquivos documentos que poderiam ter sido assinados pelo agora presidiário dirigente, enquanto no exercício do poder, na Casa Bandida
Observe, abaixo, a assinatura, apresentada como se fosse de José Maria Marin na suposta carta-renúncia:

Agora, outra assinatura, também de Marin, em documento datado de maio de 2014, inserido no livro de regras de futebol da CBF:

Parece haver, de fato, razões para investigações.
ABAIXO AMBAS AS CARTAS, A DA RENÚNCIA E A DE 2014, NA ÍNTEGRA
