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Censura! Há duas semanas, a primeira página do “Blog do Paulinho” saiu das buscas do Google, por decisão do juiz habitual

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Censura não !

Há duas semanas, quem procura pelo termo “Blog do Paulinho”, no Google, não mais encontra a página principal deste espaço, sendo direcionado diretamente à segunda, diferentemente do que ocorria anteriormente.

A decisão é do juiz de sempre, José Zoéga Coelho, do JECRIM, a pedido do “garoto propaganda” Milton Neves.

Na prática, uma inutilidade, que dificulta mais a vida de alguns internautas, do que propriamente a do blog, que até aumentou a audiência no período.

Faz alguns anos que Zoéga Coelho parece perseguir o Blog do Paulinho, com atuações raivosas no Tribunal, condenações esdrúxulas (quase sempre revertidas, de alguma maneira, em segunda instância), rapidez inusual nos trâmites, e até, pasme, ordens de conduções, antes mesmo da citação para a primeira audiência, no intuito aparente de intimidação.

Além disso, há procedimentos absolutamente estranhos na distribuição dos processos.

Na normalidade, as ações são sorteadas aos juízes, evitando, assim, que magistrados possam escolher os processos que bem entenderem.

De maneira absolutamente estranha, quase todos os sorteios tem direcionado nossas ações para Zoega Coelho, que, quando não agraciado, solicita para si a regência dos processos, como ocorreu, recentemente, numa ação impetrada por Kia Joorabchian.

Seria de bom tom, já que o magistrado parece, além de não gostar da liberdade de imprensa, ser absolutamente parcial em suas decisões contra este jornalista, que, até para não prejudicar sua pobre biografia – trata-se, de fato, de um juíz com pouco brilho na carreira – que tivesse a honradez de se julgar impedido dos casos, dando espaço não apenas a quem não esteja contaminado pessoalmente nas contendas, mas à verdeira Justiça, que vem sendo tratada inadequadamente nos julgamentos.

EM TEMPO: faz-se necessário, também, verificar a “bolinha” do sorteio, porque até matematicamente torna-se pouco crível que tamanho número de ações de uma mesma pessoa seja direcionada sempre ao mesmo magistrado.

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