Roberto “da nova” Andrade acaba de ser eleito presidente do Corinthians, vencendo disputa com Roque Citadini, candidato da oposição.
Foram 1.848 votos contra 1.393, perfazendo 57% a 43%.
A diferença, 455 votos, foi menor do que na eleição anterior, em que Paulo Garcia saiu derrotado por 640 votos.
Mais uma vez a falta de comparecimento de eleitores foi decisiva, levando-se em consideração que, ao menos, 600 votos da chapa situacionista advém dos portadores de “carteirinhas”, uma espécie de “bolsa família” do clube.
Pelas pesquisas, que compreendiam todos os aptos a votar, Citadini estava à frente com 51,7% das intenções.
Fica claro ser absolutamente necessária uma alteração no sistema de votação alvinegro, impedindo que a vontade de um grupo reduzido de “companheiros” se sobreponha ao desejo de milhões de corinthianos.
Pior para o Corinthians, que seguirá por mais três anos nas mãos de um grupo que alavancou a dívida alvinegra a patamares absolutamente preocupantes (R$ 330 milhões), não consegue dinheiro para pagar o estádio e ainda mete os pés pelas mãos na condução do departamento de futebol, envolvidos que são em “esquemas” tão obscuros quanto os bens adquiridos, recentemente, por seus últimos gestores.
