Em 2010, logo após a derrota do Corinthians para o Flamengo no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores da América, o médico Jorge Kalil, então oposicionista da atual gestão, organizou, e bancou, no hotel Renaissance, na Alameda Santos, em São Paulo, uma espécie de “festa da eliminação”.
Nela, no dia 05 de maio, o anfitrião e seus convidados assistiriam, em clima festivo, a eliminação do Timão no jogo de volta, a ser disputado no Pacaembu, com direito a bebidas e comidas à vontade.
O evento, por razões óbvias, tratado como repulsivo por verdadeiros torcedores do Corinthians, teve adesão quase zerada, indignando os até então pares oposicionistas.
Mesmo assim, para alegria de Kalil, o Corinthians venceu por dois a um, mas não levou, vítima do gol marcado fora de casa que garantiu a vaga ao Mengão.
Dali por diante, deslocado, o “doutor” mudou de lado, passou a bajular quem criticava, e hoje disputa a vice-presidência do clube, justamente pelo grupo que antes combatia.
Em tempo: Kalil tem histórico de histórias mal contadas no Corinthians. No período da MSI, deixou que utilizassem o telefone do hospital em que trabalhava para que ameaças ao Dr. Romeu Tuma Jr, fossem levadas a cabo. Descoberto, ajoelhou-se aos pés de Tuma Jr., para não apanhar e também não ser preso. Antes disso, prestou-se a humilhação de servir de “laranja” no departamento de marketing, que era comandado por Carla Dualib.
