Em desespero pelas recentes revelações, não apenas financeiras, mas também criminais envolvendo as últimas gestões do Corinthians, todas sob o discurso da “Renovação e Transparência, embasado na “Bíblia” dos “Relatórios de Sustentabilidade”, Mario Gobbi, em período eleitoral, reativou mais um “Trem da alegria”, bancando viagens de conselheiros e “aspones” alinhados a suas condutas, ao Rio de Janeiro.
Todos usufruindo da “contenção de despesas” vociferada pelo dirigente, semanas atrás.
Mas o exemplo máximo da perda de rumo de Gobbi e consequente submissão a essa gente foi flagrado na chegada do ônibus alvinegro ao Maracanã, local em que o Timão disputou, e perdeu, para o Flamengo, por um a zero.
A primeira figura a descer do veículo, devidamente credenciado, foi o conselheiro Manoel Ramos Evangelista, vulgo Mané da Carne, que sequer possui cargo no clube, mas representava o Corinthians como “Chefe de Delegação.”.
Não poderia haver simbolismo maior para exemplificar o que vem acontecendo, nos últimos anos, no Parque São Jorge.