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Ex-dirigentes do Palmeiras agem como se tivessem entrado em campo na Taça Rio de 1951

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frizzo tirone

Fazedores de dossiê, lobistas da FIFA e dirigentes do Palmeiras disputam uma guerra de foice pelo protagonismo da reconhecimento pela FIFA do “Mundial de 1951”, na verdade, a Taça Rio.

Parecem, até, ser os autores dos gols que levaram o clube às conquistas.

Em nenhum momento citam os jogadores que participara do torneio, seja em conversas informais ou nas entrevistas à imprensa.

Não é a toa que o Palmeiras, em meio a essa mediocridade, afunda cada vez mais.

Para fazer justiça, considerando a importância do torneio, que, verdadeiramente, não é um título mundial, mas se trata, sim, de uma conquista relevante, relacionaremos, abaixo, os verdadeiros responsáveis pela glória.

Diferentemente dos dirigentes que tentam levar a fama pela conquista, nenhum deles sequer passou perto de disputar a segunda divisão:

Oberdan Catani, Fábio Crippa, Salvador, José Sarno, Juvenal, Waldemar Fiúme, Aquiles, Canhotinho, Dema, Jair da Rosa Pinto, Lima, Luiz Villa, Rodrigues, Richard, Túlio, Liminha e Ponce de Léon, com Ventura Cambon, de treinador.

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