Publicamos, no mês passado, que um jovem jogador de basquete, Gustavo Francesconi Maezetto, de apenas 13 anos, tentava se desligar judicialmente do São Paulo.
Perdeu na primeira instância, mas conseguiu, depois, a liberação por intermédio de Liminar.
Porém, inconformado, o Tricolor ingressou com recurso, que foi provido pelo Tribunal de Justiça.
A Ação foi extinta, sem julgamento de mérito, e devolvida a Justiça Desportiva, local que já havia se recusado a liberar o garoto.
Tudo porque há uma regulamentação na Federação paulista de Basquete, que, apesar de não estarmos mais no período em que se permitia a escravidão, impede a alteração do registro de atletas na faixa etária de Gustavo por, no mínimo, dois anos.
Ou seja, em resumo, o jogador será obrigado a permanecer onde não quer, e o clube, mesmo sabedor da situação, o manterá “encarcerado”, em clara demonstração de falta de bom senso.