A pré-candidatura do advogado Roberto Podval à presidência da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), por si, é absolutamente desmoralizadora para a entidade.
Durante a semana teve até quem lhe oferecesse coquetel, segundo a FOLHA, que contou com a presença de Adilson Dallari e Sergio Rosenthal.
Podval, advogado de “celebridades” como Kia Joorabchian, casal Nardoni, médico Farah Jorge Farah e até do Sombra (acusado de matar o prefeito Celso Daniel), tem hábitos pouco confiáveis, conhecidos não apenas do universo jurídico, mas também do público em geral.
Vale lembrar que financiou a presença de Desembargadores e até Ministros, em seu luxuoso casamento, na Itália, fato este considerado abominável eticamente por membros ilustres da própria OAB.
Uma presidência de Podval, simbolicamente, para a profissão de advogado, seria comparável ao arrasar com o prêmio Nobel da Paz, concedendo-o a Adolf Hitler, ou elevar ao posto máximo do Jornalismo a triste figura de Edgard Soares.
Tomara os renomados doutores não cometam tamanha insanidade.
