Em 2011, o Ministério Público de São Paulo ingressou com pedido de suspensão das obras da Arena Palestra alegando que além de não estarem em concordância com a legislação, por diversos motivos, feriam também o objeto do principal alvará concedido pela Prefeitura de São Paulo.
Para o MP, a autorização de reforma está sendo burlada pela WTorre, que estaria, na verdade, construindo um estádio novo, utilizando-se de “esperteza” ao conseguir um documento teoricamente mais fácil.
O réus no processo são, além da WTorre, o Palmeiras, pela parceria e a Prefeitura, por omissão.
Em primeira instância, o judiciário paulista indeferiu o pedido do MP, alegando que precisava de provas materiais – que não constavam do processo, para deferir a tutela – na prática a paralisação dos trabalhos.
Porém, o MP, em setembro do mesmo ano, entrou com recurso no TJ, e o caso deve ser julgado em breve (consta da pauta para março deste ano).
Em sendo julgado procedente, a situação da Arena, com relação a prazo de entrega e custos sofrerá alterações importantes, que podem até gerar até desconforto entre dirigentes do clube e da incorporadora.
Não é seria a primeira vez que WTorre seria flagrada no descumprimento de leis, fato que torna o Palmeiras, após tantos avisos e questionamentos, muito mais cúmplice do que vítima nessa história.
