
Realizar o sonho do torcedor, mantendo Neymar no Santos, a custo de R$ 3 milhões mensais, além de abrir do dinheiro da venda, em 2014, que, tudo indica, pode ultrapassar os R$ 100 milhões, tem ocasionado desconforto político ao presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira.
Gente ligada ao fundo TEISA, oposicionistas e até de seu próprio grupo alegam que o clube está esfacelado financeiramente.
E que as perspectivas futuras não são nada animadoras.
“Teremos que arrecadar muito, sempre, com o único intuito de pagar o salário do Neymar, sem sobras para investimentos. E sabemos que um time não se faz apenas com um grade jogador. Temos a Seleção Argentina como exemplo.”, disse um representante da TEISA.
Além disso, setores do clube que estavam em franca evidência, como futebol feminino e Futsal foram limados, sem que sequer tenha procurado alternativas para mantê-los.
Dizem ainda que a crise financeira, inevitavelmente, atingirá outros setores do clube, ocasionando ainda mais cortes, seja de departamentos ou até de funcionários.