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Cervejas corinthianas

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As eleições do Corinthians têm uma característica interessante, até pelo fato de ser votada por associados, em que, por vezes, fatores fora do departamento de futebol podem decidi-la.

Tratar bem o freqüentador do clube, por exemplo, é um deles.

Durante toda a gestão de Andres Sanchez, uma única marca de cerveja – das piores – mantinha exclusividade para ser vendida no Parque São Jorge.

A reclamação era geral.

Porém, o tal acordo era fruto de promessa de campanha, feita a um desses jornalistas “dinheiristas”, que foi o intermediário da transação.

Agora, chegando o momento de um novo pleito, o grupo oposicionista, encabeçado pelo empresário Paulo Garcia, enviou material de campanha aos associados em que um dos itens principais era o fim desse monopólio.

No boca a boca, a proposta passou a ser bem comentada no Corinthians, fator que ocasionou, durante a semana, uma reação da atual diretoria, temerosa em perder alguns votos.

Decidiram, menos de um mês antes da eleição, modificar um quadro que perdurava há pelo menos quatro anos.

Pegou mal.

E, os frutos que esperavam colher eleitoralmente, acabaram por repassar ao adversário, cientes que estavam os associados da origem da proposta.

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