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Tirone percebe morte política e começa a faturar

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Quando Arnaldo Tirone se elegeu no Palmeiras, nosso espaçou traçou seu perfil empresarial e descobriu que o dirigente palestrino flertou diversas vezes com a falência.

Foi obrigado, quase sempre, a leiloar móveis e utensílios de sua lanchonete.

Nessa situação chegou ao Palmeiras, embora, no discurso, sempre dissera ser um grande “empresário”.

Nunca foi.

Desconfiamos, a princípio, que o novo presidente palmeirense poderia se tratar de um aventureiro, entrando no mundo do futebol para salvar sua condição financeira.

Parece que acertamos.

Não apenas no que diz respeito a previsão, como também na comparação feita com o corinthiano Andres Sanchez, outro que se dizia dono de empresas, mas que, na verdade, sempre viveu do comercio de jogadores.

O tempo passou, a gestão de Tirone se tornou o desastre que se anunciava e, percebendo não haver mais alternativa política dentro do clube, resolveu antecipar os planos citados acima.

Associou-se a Kia Joorabchian, manteve Roberto Frizzo no futebol (outro denunciado por esquemas) e realiza, semanalmente, encontros com Andres Sanchez, o professor da maneira de agir.

Agora, o Palmeiras, que sempre primou pela excelência de seus jogadores mais jovens, e por montar equipes ao menos competitivas, servirá de barriga de aluguel para que jogadores medíocres – ligados a essa gente – sejam negociados ao exterior.

Evidente que o “porteiro” que abriu essa passagem não o teria feito sem combinar uma boa remuneração.

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