
Se o negócio entre Palmeiras e Carlos Alberto, que já foi fechado, não der certo, esqueça todas as desculpas esfarrapadas de Roberto Frizzo, Cesar Sampaio e Arnaldo Tirone, compradas pelos jornalistas de sempre.
A verdade é bem simples.
Muito mais do que pressão dos torcedores, os grandes responsáveis por impedir essa tragédia no clube foram os conselheiros, boa parte deles ligadas ao COF, que pressionaram o presidente durante todo o final de semana.
Até porque, além de “banana”, Tirone não conseguiu dar uma explicação plausível para justificar esse investimento.
O negócio só não pode ser considerado ainda desfeito porque o presidente palmeirense terá agora que se explicar com o dono do Porsche, que já contava com a vitrine palmeirense para expor um produto pra lá de defeituoso.
Quem pressionar melhor, deve levar.