Durante o lançamento do filme que homenageia a “Democracia Corinthiana”, o ex-dirigente Adilson Monteiro Alves foi a decepção da noite.
Cometeu gafes, foi inconveniente a até campanha para a gestão de Andres Sanchez fez, num cenário absolutamente inadequado para isso.
Suas piadas, tristes, relacionando Sócrates à cerveja incomodaram quase todos os presentes.
“Se estivesse vivo, o Magrão não participaria do evento porque não tem cerveja. Ele só ia onde tem bebida”, chegou a dizer Adilson, tentando ser engraçado, após a revelação de que Sócrates seria um dos convidados.
Absolutamente infeliz e inadequado para a ocasião.
Logo depois, ainda na ânsia de ser o centro das atenções, Adilson foi desmentido duas vezes no palco do evento.
Uma por Mario Travaglini, quando imputou ao ex-treinador uma frase que ele não havia dito no período.
Outra, mais constrangedora, por Zenon, que, além de desmenti-lo, revelou um ato de trairagem, quando, a contra gosto do grupo, Leão teria sido contratado e, pior, colocado por Adilson, sem que eles soubessem, para escutar, atrás das portas, o debate dos jogadores sobre a contratação.
Adilson revelou que consultou apenas os jogadores que já haviam jogado com Leão, sem falar com o restante do grupo, fato que gerou revolta em Casagrande.
Para finalizar, Adilson exaltou Andres Sanchez e seu filho Duilio do Bingo, chegando à dizer que o rebento teria começado sua vida no futebol mais vitorioso do que eles, por ter conquistado um Campeonato Brasileiro.
Demonstrando que, para ele, Adilson, a frase “Ser Campeão é Detalhe”, um marco da “Democracia Corinthiana”, não tem a menor importância.
Mais ridículo, impossível.
