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Caso Morais: Corinthians e Vasco – reféns da “organização”

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A negociação do jogador MORAIS do Vasco da Gama para o Corinthians é uma evidente demonstração da influência do empresário Carlos Leite nas duas equipes.

Contaremos o que de fato aconteceu.

O Vasco devia – ainda deve – uma grande quantia em dinheiro para o empresário.

Na verdade, são aqueles empréstimos que são feitos para amarrar ainda mais o rabo dos dirigentes com a “organização”.

Carlos Leite interessou-se pelo jogador Morais e pediu para colocá-lo no Corinthians, acreditando que poderia ter uma valorização – segundo ele – maior.

Mano Menezes facilitou tudo ao convencer a diretoria corinthiana.

De 18/08/2008 a 30/06/2009 o atleta ficou emprestado no Timão.

Carlos Leite conversou, na ocasião, com a cúpula vascaína cobrando parte do dinheiro que lhe era devido.

Disse que precisava negociar o atleta Morais porque já havia combinado com Mano Menezes e também com os dirigentes do Corinthians o preço de 1,7 milhão de Euros– descontados os valores de comissão para os “participes” da negociação.

Como “participes” temos todos os “facilitadores”, “indicadores” e “dirigentes”.

Sem alternativa, comprometido até o pescoço com a “organização”, o Vasco da Gama cedeu Morais para Carlos Leite e nada recebeu por isso.

O Corinthians contratou o atleta no dia 01/07/2009 e fechou contrato de trabalho até 30/06/2012.

No final, quase todos saíram felizes.

Menos os caixas dos clubes.

Um porque deixou de receber, outro porque pagou muito mais do que o atleta valia.

É o preço da submissão a essa gente.

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