O quadro político corinthiano modificou-se em 2009.
Suas novas “composições” fariam Escariotes rolar no túmulo.
A união de idéias e atitudes de André Negão, o “chefe” do Corinthians, e Osmar Stabile, até então dito como oposição, é das situações mais constrangedoras do clube.
Principalmente pelo que falavam, nos bastidores e também em público, um da vida do outro.
Na verdade, Stabile tenta ser vice-presidente em uma possível, mas execrável, candidatura daquele a quem chamou de bicheiro por toda a campanha anterior.
Antes dizia que Negão se locupletava do clube.
Hoje finge não ouvir quando o mesmo declarou, na frente de muitos, que realmente participou de negociação de atletas.
Ao negar para este blogueiro sua aproximação com Edgard Soares, durante a última campanha, concordando com minhas afirmações sobre ele, Osmar Stabile demonstrou que vale tudo para atingir seu objetivo.
Principalmente porque foi o próprio Edgard que cuidou do “marketing” de sua campanha, justificando, portanto, a última colocação no pleito, com o dobro de votos a menos do penúltimo colocado.
Perdendo toda a vergonha, Osmar assiste às partidas do Corinthians, no Pacaembu, da cabine de transmissão do site Futebol Interior, de seu amigo, que tem como narrador a figura de Luciano Luiz, acusado pelo blog de participar do esquema denunciado de favorecimento a “mensalistas” e pela ACEESP, de pedir para vencer o prêmio da entidade.
Luciano foi seu assessor de imprensa no periodo eleitoral.
“Osmar Stabile vende até a mãe para ser presidente do Corinthians”, disse a figura de Mané da Carne, membro do poder paralelo corinthiano, durante as eleições.
Parece que, desta vez, estava com a razão.