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Marco Aurelio Cunha responde ao blog

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Caro Paulinho,

Não tenho nenhuma razão para mentir. Seus comentários se iniciaram antes da minha eventual candidatura, com termos irônicos, pejorativos e após a confirmação da candidatura.

Você deve encontrá-los. Jamais intimido ninguém, na democracia todos tem direitos iguais de opinião. Mentir? Você faltou com a verdade quando disse que ofendi ao Senhor Roque Citadini.

Apenas comparei o exercício da Vice-Presidência do SC Corinthians e o cargo no Tribunal de Contas do Estado que ocupa, como similar ao meu de vereador. Comparei também outros jornalistas, artistas que são públicos e exercem cargos eletivos.

Você nunca os condenou, como a mim. Jamais ofendi o Roque, pessoa que respeito e admiro. Se exagerei, peço desculpas, continuo a ser uma pessoa que se retrata.

Gostaria que lesse suas opiniões sobre mim, antes do episódio de fato e analise se foi correto comigo.

Quanto ao meu amor pelo SPaulo, ele é incondicional. Cantei o hino do Santos, em uma festa de casamento de um primo da minha esposa, em Santos, e cantei alegremente, como cantaria de novo, sem sofrimento.

Tenho bons momentos vividos no Santos, sou sócio do clube por gratidão a esses meus momentos. Talvez você não compreenda, ser feliz, livre, poder contar o que quiser sem contradizer seus sentimentos.

Nada disso invalida o que sinto pelo São Paulo. Admiro outros clubes que trabalhei. Saiba que gosto muito do Avaí, e se houver uma festa lá em Florianópolis canto o hino do Avaí também.

Sou uma pessoa aberta e feliz. Espero que você tenha sucesso no jornalismo procurando sempre ouvir os dois lados do fato, especialmente quando possui “fontes”.

Um forte abraço e minhas desculpas se fui indelicado. Quem apanha sem motivo, não esquece.

Marco Aurélio

Resposta do blog:

Marco Aurélio Cunha deve estar sofrendo de amnésia.

Esqueceu-se das ofensas, injurias e difamações realizadas perante testemunhas, e da “valentia” com que se portou, cercado de seguranças na porta da sala de imprensa, sob a vista de funcionários do clube, e de torcedores separados por um vidro, contra político de grande relevância, tão bajulado pelo “doutor”, desafetos no futebol e até jornalistas inimigos de seus amigos.

As ameaças, não menos piores do que as insinuações, foram comparadas a “indelicadezas” pelo vereador que tentou, com a falta de sutileza habitual, impedir nosso espaço de emitir opiniões a respeito de sua vida pública, tanto como dirigente esportivo, como vereador.

As desculpas serão aceitas, mas a distancia, no âmbito pessoal, será mantida.

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