Sempre tive uma impressão ruim de Marco Aurélio Cunha, dirigente do Tricolor.
Pude confirmar, e piorar o que pensava, ontem, após a partida entre São Paulo e Vitória, no Morumbi.
Antes do término da entrevista coletiva de Rogério Ceni, Marco Aurélio adentrou ao local, para me esperar na saída.
Foi quando me abordou e de cara começou a me ofender.
Depois me cobrou sobre um texto que escrevi, recriminando o fato de um veículo com a foto de sua candidatura estampada estar parado no CT do Tricolor, antes das eleições para vereador.
Acusei-o de utilizar o São Paulo de maneira eleitoreira.
Marco Aurélio disse que lhe faltei o respeito e que fui irônico e canalha ao tratar deste assunto.
Você pode ler o texto que o deixou revoltado, no link abaixo, e constatar que tudo não passou de um pretexto para me intimidar.
http://blogdopaulinho.com.br/2008/08/16/campanha-no-ct-do-tricolor/
Sim, porque Marco Aurélio Cunha é da turma daqueles que combato neste espaço.
Foi o filho de um deles que lhe indicou onde eu estava.
Marco Aurélio disse, aos berros “Se você escrever mais uma linha de mim, vou te buscar onde você estiver”, ” Você falou de mim, nunca vou te esquecer…pode ter certeza”
Demonstrou, com esta atitude, todo o seu despreparo para as funções que executa.
Não presta para ser vereador e não tem nível para ser dirigente do Tricolor.
Bem diferente de João Paulo de Jesus Lopes, Luis Gonzaga Belluzo e outros, cujo nível nunca vai atingir.
Além de escutar o que ele me falava, sem poder reagir muito, afinal, estava dentro do São Paulo, ao lado de funcionários do clube, e com torcedores fotografando a discussão, aos poucos, ia dizendo a ele o que pensava.
“Você me acha ruim, tudo bem, é um direito seu. Assim como acho que você só fala bobagem na imprensa e que suas entrevistas são péssimas.”
“Em minha opinião ter um carro, com sua foto de campanha, dentro do CT do São Paulo é antiético. Você está utilizando o clube para se promover.”
Pronto, foi a deixa para que ele ficasse ainda mais alterado, aumentando o tom de voz, e me ofendendo até com palavras de baixo calão.
“Você nunca foi motoboy. Você é um cara bancado”, disse Marco Aurélio.
“Pois é, Marco Aurélio, falou bobagem. Decorou o discurso do Milton Neves…”, respondi a ele.
Para finalizar, começou a ofender o Roque Citadini, dirigente corinthiano, que nada tinha a ver com a conversa.
Na frente dele, é claro, nem abre a boca.
Resumindo, encaminhei um e-mail para a assessoria de imprensa do São Paulo, que foi testemunha de tudo, com o texto reclamado por Marco Aurélio Cunha, desmascarando as bobagens que falou.
Com relação ao fato dele me “proibir” de falar dele, evidentemente, de nada adiantou.
Acabo de escrever.
E nem terá dificuldades de ir atrás de mim.
Seus amigos têm meu endereço e telefone.
E estarei, como sempre, na próxima coletiva do Tricolor.