É de impressionar como a opinião dos fracos de caráter altera-se de acordo com os interesses de quem lhes proporciona sustento, seja ele financeiro, profissional ou UNIVERSAL.
Temos o exemplo de Paulo Henrique Amorim, que nos últimos dias, relembrando seus tempos de Rede Globo, associou-se novamente ao PIG, que ele tanto diz odiar.
Para defender Aécio Neves, o candidato da PIG, vale agora até citar inimigos clássicos do jornalista (?), como a coluna “Radar” da Revista Veja e Ricardo Noblat.
Desta inusitada união do “anti-PIG” com os PIGs surge então o PIGARRO, demonstração clara de que tudo o que é dito por esta gente não passa, na verdade, de defesa de interesses de um grupo específico.
O jornalismo de Amorim, tão decadente e subserviente, funciona como a tosse de um fumante.
Pigarrento e mal cheiroso.