Tenho verificado, em minhas recentes pesquisas, que todas as transações de atletas realizadas por empresários são, posteriormente, registradas nas respectivas confederações.
Há, na verdade, um controle, ao menos, da informação.
Nome do atleta, empresário e valor pago pelo clube.
Wagner Ribeiro, Juan Figger, entre outros, estão listados, com suas respectivas transações.
Mas um fato me chamou a atenção.
Carlos Leite, Kia Joorabchian e Franck Henouda (ligado a Máfia Russa), não “existem” oficialmente.
Leite possui cadastro na CBF, Henouda na Federação Francesa, Kia em lugar nenhum.
Mas não há, sequer, uma transação atribuída oficialmente a eles.
Nem à suas “empresas”.
Perguntei a um empresário do meio uma explicação para esta informação :
“Paulinho, evidente. São transações realizadas em “off shores”. O clube paga em paraísos fiscais, e recebe, depois, através de doleiros. Nunca será descoberto o valor real da transação. Lavagem de dinheiro, pura.”