Por JUCA KFOURI
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O primeiro tempo de Santos e Palmeiras foi equilibrado numa Vila Belmiro mais vazia do que cheia, com apenas 10.402 pagantes.
Os donos da casa foram melhores no começo e os visitantes melhores no fim.
Mas digno de nota mesmo, só duas substituições forçadas no Santos, aos 16 e 30 minutos, devido às lesões em Fabão e George Lucas, substituídos, por Astorga e Luizinho.
O Santos voltou mais perigoso no segundo tempo e construiu seu gol com a finalização de Luizinho, logo aos 9 minutos.
Foi como mexer num vespeiro.
O Palmeiras que estava meio quieto, como a própria Vila Belmiro, acordo e foi à luta.
Muricy Ramalho trocou Obina por Robert, aos 14, e deu certo bem rapidamente.
Diego Souza empatou de cabeça, aos 18, depois de cruzamento de Figueroa.
O líder do campeonato, por sinal, tem num colombiano, Armero, e num chileno, Figueroa, duas belas armas hoje, dois belos alas, alas abertos da América Latina.
Aos 27, foi a vez de Robert virar o resultado, depois que novo cruzamento de Figueroa foi desviado por Vágner Love para Diego Souza que bateu cruzado. Robert se atirou e empurrou para o gol.
O mesmo Robert que, quatro minutos depois, recebeu de Cleiton Xavier, enfiou entre as pernas do goleiro Felipe e a bola sobre para Love ampliar: 3 a 1.
O Verdão se garantiu por mais uma rodada como líder e cada vez mais tem apenas o São Paulo como rival.
Porque o Goiás fez o favor de ser goleado pelo Botafogo, no Serra Dourada, por 3 a 1, todos os gols no segundo tempo: Jóbson, aos 4, Victor Simões, aos 16 e André Lima, aos 20.
Amaral, aos 47, fez o dito gol de honra goiano.
Antes, aos 28, Harlei ainda pegou um pênalti, mal batido por Lúcio Flávio, no meio do gol.
Não vi a derrota do Goiás, só os gols, como não vi o imperdoável empate do Grêmio, no Olímpico, 3 a 3 com o valente Sport.
Também lá houve pênalti defendido pelo goleiro, pois Magrão evitou que Tcheco marcasse.
Jonas fez 1 a 0, Maxi Lopes fez 2 a 1 e 3 a 2, mas Vandinho, Paulinho e Fininho garantiram um empatão, que lamentei não ver.