Todos sabem que o estatuto do Corinthians não permite que o Presidente do clube e seus diretores recebam remuneração por suas “colaborações”.
Os dirigentes, então, precisam comprovar que possuem fontes de renda, em suas vidas particulares, que permitam o exercício da função.
Não é o que acontece no Parque São Jorge.
O presidente Andres Sanchez não possui nada em seu nome.
As empresas, da qual ele se diz proprietário, na verdade, estão em nome de diversas pessoas.
Wagner Martins Ramos, Túlio Monte Azul, entre outros.
Não há, também, bens imóveis registrados.
Nem o local onde reside possui proprietário conhecido.
De onde tira sua renda ?
Há outros casos no Corinthians.
O diretor administrativo André Negão possui “apenas” uma renda comprovada.
Cerca de R$ 3 mil mensais, para “trabalhar” no Centro Esportivo Thomaz Mazzoni.
Boquinha conseguida pela proximidade com o péssimo vereador Wadih Mutran.
Como consegue sobreviver ?
Em contra-partida, tem vida de rei.
Carrão, bela residencia e dinheiro gasto a rodo.
De onde vem o dinheiro ?
Jogo de bicho ?
Transação de atletas ?
Mario Gobbi, delegado, diversas vezes investigado, por CPI e corregedoria, possui qualidade de vida muito superior ao que poderia ter, levando-se em consideração os valores de seus vencimentos.
Restaurantes caros, imóveis e veículos portentosos.
Evidente que o salário de Delegado não poderia lhe proporcionar este padrão.
De onde, então, tira seus rendimentos ?
Duílio Monteiro Alves é apenas mais um exemplo.
Diretor Cultural, e bingueiro.
Nada em seu nome, nem dinheiro em sua conta bancaria.
Todos vivem de vento.
Ou, talvez, de se locupletarem do local onde prestam “serviço” gratuitamente.
Pobre Corinthians…