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A desculpa é a dívida

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Enquanto Belluzzo dá exemplo no Palmeiras, a farra continua no Corinthians.

Empresários e dirigentes comprometidos enchem os bolsos.

Há a turma de Carlos Leite e Mano Menezes, beneficiada pelo delegado Mario Gobbi.

No futebol amador, André Negão montou esquema que incomoda até seus parceiros mais fieis, que vem sendo colocados para escanteio em algumas negociatas.

Nunca se viu tanta corrupção no setor.

Nem na época de Nesi Curi.

Todos sabem, mas fingem não ver.

Diretores de todas as áreas indicam jogadores apadrinhados por amigos intermediários.

Até a sobrinha de Raul Corrêa da Silva participa de negociações, indicando jogadores e empresários.

Felipe Ezabella indicou um zagueiro do Paraná, agenciado por um ex-companheiro de escola.

O que impressiona é a ousadia na hora de acertar as comissões.

De praxe, o clube costuma pagar 10 %.

Mas há casos em que o valor aumenta.

Recentemente o goleiro Saulo, brasileiro que jogou na Udinese, foi oferecido a Mario Gobbi.

Além dos 10%, acertaram que se o negócio fosse fechado, ficariam com porcentagem do salário e também com todo o valor das luvas.

Dinheiro que poderia permanecer no caixa do clube.

A dívida do Corinthians nunca vai diminuir com essa gente no poder.

Não há interesse.

Se ela acabar, não terão como explicar a “necessidade” de negociar jogadores.

A fonte vai secar.

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