A Seleção Brasileira venceu muito bem a Itália, na Inglaterra.
Fez um ótimo primeiro tempo, marcando bem e criando boas chances de ataque.
Robinho, inspirado, foi o nome da partida, ao lado de seu companheiro Elano.
Mas as coisas poderiam ter sido diferentes se o árbitro não tivesse anulado um golaço de Grosso, marcando impedimento que não existiu.
Aos 13 minutos o Brasil abriu o marcador após uma tabela maravilhosa entre Robinho e Elano, que marcou na saída do goleiro.
Aos 26 minutos, Robinho fez um gol antológico.
Roubou a bola de Pirlo, esperou ele voltar, fintou de novo, veio Zambrota na marcação, ele pedalou e deu-lhe um drible desconcertante antes de tocar de esquerda para o gol.
Uma pintura.
Depois disso pouco se viu.
No segundo tempo a Seleção tratou de administrar o marcador e a Itália, vez por outra, se enervava e cometia algumas faltas mais viris.
Pelas circunstâncias e pelo adversário foi uma vitória maiúscula do Brasil.
E Dunga respira, um pouco mais aliviado.