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Prostituição na imprensa

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De se lamentar a postura de alguns profissionais de imprensa em coberturas de clubes de futebol.

O que se tem visto ultimamente é um festival de rasgação de seda e constrangedores atos de puxa-saquismo.

A inteligência do telespectador, ouvinte ou leitor vem sendo insultada diariamente.

Sabe-se que há sempre muita coisa estranha por trás dessas atitudes.

Existem repórteres que mesmo com anos de janela morrem de medo de falar a verdade.

Há os que são amigos dos dirigentes e misturam as estações.

Pior são aqueles macacos velhos, que por motivos não tão nobres, submetem-se, sem o menor pudor, as mazelas da melhor oferta.

O publico não é trouxa e logo percebe as condutas estranhas.

Já se foi o tempo que eles conseguiam enganar alguém.

Hoje a opção de escolha dos profissionais a serem consultados é muito maior e o consumidor de notícia está cada vez mais exigente.

Os profissionais do jornalismo viciado podem até não perder seu espaço, mas sem dúvida tornam-se cada vez mais ridículos em suas inserções.

Prostituem suas opiniões como se o que houveram falado anteriormente não tivesse o menor valor.

Nos bastidores, às vezes, até falam o que pensam.

No exercício da profissão, onde a verdade deveria prevalecer, costuma fraquejar.

Podem notar, são sempre os mesmos.

Como consumidor você tem alguns direitos.

Passe a questioná-los.

Ou, se for o caso, deixe de assisti-los.

Quem sabe, aprendem a trabalhar com dignidade.

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