A diretoria do Palmeiras mentiu sobre o empréstimo de R$ 620 mil feito pelo conselheiro e diretor Salvador Hugo Palaia ao clube.
Existe um documento, assinado por Affonso Della Mônica, presidente do clube, que oficializa a transação.
Nele Palaia se compromete a emprestar os valores ao Palmeiras divididos em quatro parcelas de R$ 155 mil.
O Palmeiras se compromete a ressarci-lo, também em quatro parcelas, acrescidas de correção monetária.
Estranha o fato de o acordo ter sido fechado para pagamento em dinheiro “vivo”.
A demora de um ano para que o documento do empréstimo fosse registrado em cartório também soa esquisita.
Outro fato interessante é que Palaia declarou o valor emprestado em seu imposto de Renda.
O Palmeiras, ao contrário, sonegou a informação em seu balanço anual.
Tudo muito estranho e nebuloso.
O conselho do clube tem a obrigação de apurar melhor e, em caso de irregularidade, punir os responsáveis.
Mesmo que entre eles esteja o presidente.