O basquete brasileiro agoniza nas mãos de um ditador.
Grego conseguiu fazer do esporte, que já foi o segundo colocado em preferência popular, um colecionador de vexames.
Perdeu duas oportunidades de ir para as Olimpíadas.
A primeira com os fracos brasileiros da NBA, que acreditam serem maiores que Michael Jordan.
A segunda ontem, com atletas esforçados, mas de nível técnico muito inferior ao que nos acostumamos a ver nos áureos tempos de Vlamir Marques, Oscar e Cia.
O fundo do poço já chegou.
Não há mais onde cair.
O problema é que enquanto o incompetente dirigente estiver no poder a possibilidade de melhora também deixa de existir.
Sua queda é necessária para que o basquete brasileiro possa novamente respirar ares de honestidade e competência.
E, quem sabe, nos proporcionar, em médio prazo, alegrias semelhantes as do passado não tão distante.
Fora Grego !!!
Até nunca mais.