O presidente do CORI, Roque Citadini, explica abaixo os pontos de vista discutidos na ultima reunião.
O primeiro, que foi aprovado, é o de que o clube tem que tentar, na justiça, validar o estatuto.
O desembargador Dr. Strenger foi quem mobilizou os votantes para essa direção.
No segundo, que teve outro desembargador, Dr. Ademir, como partidário, indicava que o clube teria que expor o documento a votação de uma Assembléia Geral.
Confira abaixo a explicação de Citadini para o assunto.
Por Roque Citadini
A propósito dos problemas do novo estatuto esclareço o que ocorreu na última reunião do CORI.
Alguns, com grande base jurídica, defendem que o clube entre com uma ação na Justiça e tente uma medida liminar, com isso registrará, de imediato, o novo estatuto.
Ficaremos em posição idêntica ao São Paulo, Palmeiras e Santos.
Outros, com igual suporte jurídico, defendem que o clube convoque a Assembléia Geral de Sócios e faça a alteração sugerida pelo cartório.
Neste caso propõe que a Assembléia Geral seria apenas homologatória do novo estatuto.
As duas apresentam risco jurídico.
Na primeira, o clube não conseguir uma medida liminar e ai terá que fazer a Assembléia Geral.
No segundo caso não há segurança que a Assembléia Geral seja homologatória e, uma ação judicial, garanta a rediscussão de todos os temas.
Neste caso ficará quase inviável concluir-se a reforma, em prazo limitado.
Em um e noutro caso há risco jurídico.
Até porque a Justiça não tem posição sólida sobre nenhuma corrente, embora há quem defenda que a reforma pelo Conselho Deliberativo já tenha uma vitória no Tribunal de Justiça.