Luiz Paulo Rosenberg tem tido atitudes estranhas ultimamente.
Primeiro disse que não iria votar em Andres Sanchez.
Votou e não levou em consideração a traição que o presidente corinthiano fez com seu amigo Valdemar Pires.
Quando recebeu o cargo de vice-presidente de marketing consegui entender o motivo de sua mudança “repentina” de opinião.
Todos sabem a origem nebulosa do contrato entre Corinthians e Poá Têxtil na confecção das camisetas “Eu nunca vou te abandonar”.
Muitas mentiras foram contadas.
Valores irreais divulgados e prestação de contas, no mínimo, duvidosas.
Até as árvores do Parque São Jorge comentam que a empresa é de um tio de Andres Sanchez, mas que estaria em nome de um testa de ferro.
Não duvido.
Afinal utilizar-se de “testas de ferro” é algo habitual na vida do presidente corinthiano.
Rosenberg, que obviamente teve acesso a essas informações, está negociando com a Poá Têxtil a abertura de 40 lojas que terão exclusividade para negociar produtos com a marca Corinthians.
Negociou também a confecção das camisetas “Não para…não para…não para…”, que depois do desastre na Copa do Brasil nem devem sair da fábrica.
Muito estranho senhor Rosenberg.
Acho que tenho motivos suficientes para desconfiar de algo.
Não é verdade ?