Por Boni
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Quem não gosta de uma cervejinha?
Eu adoro.
Mas o volume de propaganda e os de apelo sexual para o consumo de cerveja está exagerado.
A cerveja aparece na televisão como a poção mágica que nos põe nos braços as melhores mulheres do mundo, deixando-nos lindos, fortes, alegres e charmosos.
Eu nunca encontrei uma dessas apetitosas gatas dentro de uma latinha de cerveja.
O que mais preocupa , no entanto, é que a freqüência dos anúncios das diversas marcas é um massacre.
E quase sempre a mídia está concentrada em horários de audiência para adolescentes.
E quantos jovens saindo de festinhas não se imaginam super-homens e perdem suas vidas dirigindo embriagados?
Uma boa medida do governo foi a proibição de bebidas nos bares de estradas.
O que fazer nos grandes centros?
Como lidar com a propaganda?
Sei que há um horário limite para anúncios de cerveja na televisão.
Também não imagino que banir os anúncios da TV seja a solução para evitar a entrada de jovens no vicio.
Se a tarefa não puder ser realizada pela família, a coisa fica difícil.
Claro, que há jovens de todas as classes envolvidos com alcoolismo e coisas mais pesadas.
Mas estou certo que duas medidas aliviariam o problema.
Subir a faixa de horário para essa veiculação, seria prudente.
E o CONAR , de tantas e tão sábias decisões, deveria criar algumas regras para esse tipo de produto, se é que não existem, controlando mais o apelo fácil e perigoso ao consumo desenfreado.
Não seria possível obrigar as fábricas de cerveja a fazer campanhas mais extensas do que simplesmente ficar no “beba com moderação” ou “se beber não dirija” ?
Há algumas empresas que fazem essas campanhas e até de modo brilhante.
Mas deveria ser uma coisa obrigatória na proporção de um alerta para cada comercial.
O assunto é complicado. Levanto-o para efeito de discussão.
Escrevam.