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A decisão da UEFA no caso envolvendo Vinícius Júnior e Gianluca Prestianni escancara, mais uma vez, a fragilidade — ou conveniência — no combate à discriminação no futebol europeu.
Ao desconsiderar a denúncia de racismo feita por Vini e reclassificar o episódio como “conduta homofóbica”, a entidade não apenas suaviza, juridicamente, a gravidade do caso, como estabelece um precedente preocupante: o de atribuir maior credibilidade à versão do agressor do que à palavra do agredido.
Para completar, a punição é simbólica.
Dos seis jogos de suspensão, apenas parte será efetivamente cumprida.
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